Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, a mamoplastia de aumento, é a segunda cirurgia plástica estética mais realizada no Brasil. É uma intervenção cirúrgica que visa aumentar o volume das mamas através de um implante de silicone. É uma cirurgia muito procurada por mulheres que possuem mamas naturalmente pequenas ou também para corrigir assimetria mamária quando há desproporção significativa.

A prótese mamária pode ser colocada basicamente por 3 locais, sendo eles, o sulco ou dobra natural logo abaixo dos seios, ao redor da aréola ou na dobra das axilas. Quanto aos tipos de prótese de silicone temos disponíveis no mercado brasileiro, as próteses redondas, próteses anatômicas ou “prótese em gota” e as próteses cônicas. No entanto somente após uma avaliação detalhada pelo Cirurgião Plástico Dr. Felipe Rezende, é que será determinada qual modelo de implante será mais adequado para você, visto que existem várias características corporais da paciente que devem ser consideradas na hora de escolher o modelo ideal de prótese.

A prótese mamária pode ser posicionada em dois locais, acima ou abaixo do músculo peitoral.

A colocação acima do músculo (subglandular) é indicada principalmente para pacientes que já possuem algum volume de mamas. Neste caso as próteses ficam mais visíveis e os seios mais aproximados, desejo de muitas mulheres. Essa técnica costuma ter menos dor após no pós operatório e tem uma recuperação mais rápida.

Quando a prótese de silicone é posicionada abaixo do músculo (submuscular), é indicado para pacientes que tem pouco tecido mamário e querem resultados mais naturais, sendo assim os seios não ficam tão próximos e se parecem mais aos naturais.

Atualmente, com o uso de próteses de alta qualidade, não observamos a obrigatoriedade da substituição destes produtos em um prazo pré-estabelecido.

A eventual troca, geralmente, será realizada a partir da intenção da paciente de alterar o tamanho desses implantes, ou em casos de complicações relacionadas à prótese como infecção, contratura ou rompimento.

Nos primeiros meses de pós operatório as pacientes serão orientadas quanto ao uso de sutiãs especiais, e quanto aos movimentos do tronco e braços, adequados à cada período da recuperação. A melhor percepção dos resultados ocorrerá a partir do 3o mês após a cirurgia, com a regressão mais significante do edema.

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